De daplanicie a 18 de Novembro de 2008 às 17:24
Entendo aquilo que diz mas por outro lado não posso estar de acordo porque há factores que não dependem de nós. Passo a explicar: Nos últimos 4 anos leccionei sempre um grupo de 4º ano, que sempre fizeram provas de aferição no final do ano. Nunca tiveram resultados abaixo dos 80%. Só para dar um exemplo mais concreto, do grupo do ano passado, tive 100% de sucesso em L.P e 8o % em Matemática. Mas, este ano, posso dizer-lhe já em Novembro que isso não vai acontecer. Eu sou a mesma, o meu trabalho é igual mas...os alunos são diferentes e a maioria tem grandes dificuldades que não consigo que ultrapassem. Desde o início do ano que ando a batalhar (por exemplo) os nomes comuns próprios e colectivos, que se aprendem no 2º Ano e que já o ano passado batalhei com eles todo o ano e ainda não consegui que soubessem do que falo (excepto 2). São daqueles que nem que eu lhes abrisse a cabeça com um machadinho , entende? E, pergunto eu, deverei ser penalizada por isso? Não me parece... :-)
De Júlia a 19 de Novembro de 2008 às 09:13
É por isso que a avaliação não pode ser um processo normalizado. Há que atender às condições do contexto.
Já ouvi pedirem a avaliação externa. Será que assim seria melhor? Que as variáveis de contexto, possíveis de integrar numa avaliação interna, seriam consideradas pelos avaliadores?
Comentar:
De
 
Nome

Url

Email

Guardar Dados?

Ainda não tem um Blog no SAPO? Crie já um. É grátis.

Comentário

Máximo de 4300 caracteres



Copiar caracteres